quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Jet Magazine


É o nome da revista que chegou hoje aqui em casa. Embaladinha, com meu nome e endereço no adesivo, tudo bonitinho.

Eu adoro receber brindes em casa, principalmente quando são revistas e/ou livros. Já ganhei muita coisa boa e guardo tudo que recebo. Mas confesso que essa revista me intrigou, por cinco fatores básicos:

a) eu NUNCA andei de avião;
b) eu morro de medo de aviões;
c) eu não po$$o ou poderei andar de avião tão cedo;
d) eu nunca ouvi falar de Jet Magazine;
e) eu nem ao menos desconfiava de uma revista sobre aviões.

Então eu vos pergunto, "porque eu?". Naonde esse povo me achou?
Juro que eu sempre quis tentar entender esses critérios de envio.

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Black number one

Eu sempre tive o cabelo escuro, fato. Porém, ele vai queimando com o sol, de maneira que clareia apenas em alguns lugares, o que me irrita profundamente e me faz querer escurecê-lo sempre mais.

Com isso, depois de ser confundida com uma amiga ruiva numa foto, eu vi que tava passando da hora. Peguei a tinta e sexta-feira à noite resolvi escurecer as madeixas até o talo.

No sábado de manhã, lavei o cabelo e fui pra aula, estonteante, querendo que todo mundo comentasse do meu cabelo novo. Inocência minha, ninguém reparou. Daí eu pensei "poxa, eles só me veem duas vezes na semana, eles não tem obrigação de reparar".

Voltei pra casa, arrumei pra sair e lá fui eu, de novo, na certeza de que meus amigos mais próximos iriam pelo menos comentar "nossa, você tá diferente". Nada again.

Passou o domingo e o que era pra ser estimulante tornou-se uma frustração. Gastei dinheiro e tinta atoa.

Daí hoje a tarde, quando eu já tinha desistido de viver, um menino que trabalha comigo olhou e disse: "você pintou o cabelo, não pintou?"

Na hora a felicidade foi tanta que num impulso louco eu saí correndo de onde eu tava e dei um abraço nele, assim, sem mais nem menos. Certeza que ele tá assustado até agora com a demonstração de afeto surto, mas sério, ganhei a semana.

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Milagre da Multiplicação (dos panos)

Eu sempre estabeleci um preço limite quando o assunto são roupas: R$ 150 para sapatos, R$ 100,00 para calças e vestidos e R$ 50,00 para blusas normais. Pagar mais do que isso por causa de uma etiqueta eu nunca entendi ou aceitei.

Por causa disso, não há ninguém no mundo (fora a mamãe) que tenha paciência pra me acompanhar num dia inteiro de compras. Isso porque eu rodo as lojas todas, vasculho até os cantinhos mais obscuros, e experimento tudo o que dá na telha, mesmo o que eu sei que eu nunca teria coragem de usar. E muitas vezes eu acabo não levando é nada, porque eu sou chata com roupas, é difícil achar algo que me agrade.

Porém, quando eu consigo, eu levo é a loja toda. E nas minhas economias loucas, não gasto quase nada. Só que hoje não foi nem economia, foi milagre.

Com R$ 75,00 rodando no shopping eu consegui comprar:

- 3 calcinhas
- 2 blusas
- 1 vestido
- 1 óculos escuro
- 1 meia-calça opaca

E há quem não consiga comprar nem as calcinhas com isso. Muitas vezes eu me sinto mal por ser pão-dura, mas quando o assunto são roupas, eu sempre consigo me orgulhar. :)

terça-feira, 2 de setembro de 2008

Into the Wild



segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Namorados x Casados

Daí que era pra eu ter tido aula nesse final de semana, mas como a *** é uma enrolação só, pra variar eu cheguei lá e fui mandada de volta, pq o cara contratado pro workshop ia pra alemanha.

Então começamos a conversar, uma menina que namora, um casado e eu, sobre como lidaríamos com isso.

A namorada: Eu nem ia vir na aula porque eu prometi pro meu namorado que passaria o domingo com ele, mas não vou contar que não terá aula, pra ele achar que eu tou fazendo o sacrifício.

O casado: Eu também não vou contar. Mas no meu caso é pra poder aproveitar o domingo sozinho.

Os dois falaram isso brincando, mas como toda brincadeira tem um fundinho de verdade/vontade, isso só faz fortalecer minha teoria: namoro ou casamento, tanto faz. Todo relacionamento é sempre povoado por mentirinhas. Celebremos a solteirice honesta.