quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Não diga nada


Não diga nada, porque quando você está comigo eu não necessito de palavras.
Não diga nada, porque através do seu abraço eu irei escutar todas as suas histórias.
Me dê o seu ombro, eu vou encostar minha cabeça e me apoiar na sua tranquilidade.
Não diga nada, por favor, não diga nada.

E se eu estiver triste, não questione. Nem sempre existe uma resposta, e as palavras são traiçoeiras. Por entre as minhas lágrimas me beije, e não vá embora, porque nas suas mãos e na sua alma eu vou encontrar a solução.

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Quem é quem é quem é?

Ganine: Quem é baixinha, gorducha,brava,dentuça,briguenta, usa sempre vermelho e tem 1 amigo que fala errado?
me: a mônica
Ganine: não
Ganine: a dilma
me: AHAHAHAHHAHAHAHA
me: paia
me: HAHAHAHAHAHHAHAHHAHAHAAHAH

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Aí lá vou eu tentar repetir a piada:

me: Quem é baixinha, gorducha,brava,dentuça,briguenta, usa sempre vermelho e tem 1 amigo que fala errado?
Ricardo: A Mell

terça-feira, 29 de junho de 2010

Goldfish Memory

A memória de um peixinho dourado só dura 3 segundos. Então, depois de completar uma volta pelo aquário, tudo vira novidade.

Cada vez que dois peixinhos se veem, é como se fosse a primeira vez. É como nós humanos. Cada nova paixão é como se fosse a primeira. Uma reação química apaga a lembrança da última dor de amor, e nós pensamos: "Puxa, isso é maravilhoso, isso é novo, isso é diferente!"

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Pra você, que fez de mim um peixinho dourado.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Por que eu gosto de café.

Porque eu gosto de café:

- Café é quentinho.
- Café me deixa animada.
- Café é tão bom que todos os dias eu quero pelo menos uma dose.
- Café cheira super bem.
- Café me faz ficar nervosa às vezes.
- Café me esquenta.
- Mesmo quando o café está fraco demais ou forte demais, ainda assim ele é bom.

Por que eu gosto de você:

- Pelas mesmas razões das quais eu gosto de café.
- E quem sabe, talvez porque você seja uma delícia e me mantenha a noite inteira acordada também.

quarta-feira, 24 de março de 2010

Psicografando piadas.


Enquanto isso no cinema, vendo o trailer de Chico:

- Esse é o Chico Anísio?

- Não Rachel*, é o Chico Xavier.

- Ah, o Chico Anísio é muito mais engraçado.

_______________

*Rachel é a sobrinha do meu namorado, que eu acabei "adotando" como minha sobrinha também. Ela tem 9 anos, desenha como ninguém, sabe conversar feito um adulto, não para quieta, e como toda criança, diverte os meus dias com seu universo pequenino. Então eu resolvi fazer uma seção das pérolas da Rachel, pra ver se me encoraja a voltar a escrever.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

2009 em tags

Foi mais ou menos assim:

Regime, chá verde, recesso, carnaval, judeus, hebraico, Ouro Preto, esnobar, chuva, chuva de cerveja, hipotermia, Rio de Janeiro, Sapucaí, albergue, Jessica, Cristo Redentor, praia, sol, Iron Maiden, St Patrick's Day, esconder atrás da caminhonete, chopp verde, japonês, Conexão Vivo, Craviée, paixão maluca, esnobada, primeira investida, sucesso, segunda esnobada, fossa, "nem aí", Pedro Morais, Marcelo Camelo, Lovetoys, orgulho na lata de lixo, Obar, árvore da porta do Cineclube, amanhecer no Cineclube, casa do Lucas em Betim. Secret Garden, Tokyo!, tênis branco encardindo, Sabará, calor, tpm, Uzina, crise, Obar, mais crise, Drag me to Hell, agora sim. Filmes, True Blood, Dexter, dentinhos, abraços, coca-cola, cachinhos, bagunça, amor, shows, São Paulo, Idan Raichel, saudade, egoísmos de fim de semana, surpresas, inferno astral, aniversário, sinusite, crise, upgrade super plus, ano novo, sofá tortinho, melhor colo do mundo, felicidade imensa. (:

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Do dia que eu quis te odiar.

Era uma sexta-feira. Sexta passada, pra ser mais exata. Eu, com medo da gente ficar quase duas semanas sem se ver, cancelei todos os meus compromissos só pra ficar perto de você. Só que aí se somou a minha pressa doida + a sua monografia e o que era expectativa se transformou num desencontro. E aí, no ápice da minha carência e dos meus hormônios descontrolados, achei que você não queria era fazer esforço pra me ver. E fui embora pra casa brava.

No ônibus, eu olhava pela janela suja e chorava de raiva. Voltei pra casa, me enrolei nos travesseiros e comecei a me coçar descontroladamente. E antes de finalmente adormecer, eu fiz uma promessa: amanhã eu vou te odiar, durante 24 horas.

Então no sábado eu já abri o olho repetindo pra mim mesma: "só por hoje eu te odeio". Acordei numa disposição louca, afim de fazer qualquer coisa que não fosse pensar em você. Decidi que mudar meu quarto de lugar seria uma boa saída. A cama, o armário, tudo. Trocaria todos os móveis.

Aí eu coloquei a discografia do Porcupine Tree na maior altura e comecei a cantar mais alto que o som, enquanto o meu quarto se transformava num mar de poeira e sujeira. Acessei meu email, procurei tudo quanto fosse programa pra fazer no sábado à noite com os meus amigos que acentuasse o meu ódio.

Acabando a troca dos móveis, era hora de lavar a roupa suja, no sentido literal da coisa. Fui separando o que estava limpo e o que não estava. E eu na minha mania besta de cheirar a roupa pra ter certeza que ela não está suja, caí na besteira de pegar aquela blusa branca. E constatei que não só ela estava limpa, como estava com o melhor cheiro do mundo. Um perfume que não era meu. O seu perfume.

Quase que automaticamente o meu celular apitou. Fui correndo verificar. Era uma mensagem sua perguntando o que eu estava fazendo. Sem pestanejar respondi desesperada: "nada, tou em casa, vem me ver". E você veio, lindo, cheio de abraços e beijinhos de presente, mesmo eu estando toda suja e descabelada por conta da mudança maluca. E o resto você sabe exatamente como foi.

Jogar meus planos estapafúrdios pelo ralo. Assim, sem nenhum esforço. Das coisas que só você faz.

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Muita fofura pra uma pessoa só.

Aí eu não aguentei e tive que dividir:



if you were a candyman;
with eyes made of gumdrop,
a heart filled with marzipan;
then i tell you so, that i wouldnt share;
cause no one can have you but me.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Das coisas que só rolam no meu almoço

Desde semana passada, eu decidi que ia tentar levar uma vida mais saudável, diminuindo a coca-cola e aumentando a saladinha. Até que um dia desses, lá estava eu na fila das saladas, lutando para colocar o máximo de verde suportável no meu prato, quando alguém cutuca o meu ombro:

- QUÊ IIISSO AÍ?

Uma mulher que eu nunca vi na vida apontava pro meu prato. Eu educadamente respondi:

- É brocolis.

- E ISSO É BOM?

- Não, é uma merda, por isso que eu como, odeio comer o que eu não gosto. É sim.

Dei as costas e prossegui a via sacra das folhinhas.

- NOSSA, VOCÊ TÁ COLOCANDO ERVILHA?

- Sim.

- NOSSA, VOCÊ É A PRIMEIRA PESSOA NA VIDA QUE EU VEJO COLOCANDO ERVILHA NO PRATO! - E lotou o prato de ervilha.

Corri em direção às carnes. Eu tentei.

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Vulcão - parte II

Isso não é novo, não, é só mais uma fase de descobertas.
O que eu realmente preciso é o que me faz sangrar.

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Síndrome da Catástrofe Antecipada

Há duas semanas, eu tinha uma palestra pra apresentar em uma multinacional importante. Redes Sociais e o mercado B2B, coisas que eu saberia falar numa boa. E depois de passar tudo o sufoco e quase parir um filho, eu cheguei à conclusão de que eu sofro da síndrome da catástrofe antecipada. Funciona mais ou menos assim:

Quando eu tenho que falar em público, seja uma palestra, uma apresentação de produto ou whatever, eu não costumo ensaiar. Primeiro porque eu me sinto uma imbecil treinando com um espelho. E segundo porque eu parto do pressuposto que, se eu tenho domínio do assunto no qual eu vou falar, não preciso ficar de enrolação. Eu simplesmente abro a boca e as palavras vão saindo.

Só que, esse excesso de segurança sempre se torna um pesadelo um dia antes do evento. Dá-lhe gastrite, dá-lhe insônia, e quando eu consigo finalmente pegar no sono, o despertador toca dois minutos depois, avisando que não tem mais jeito, o negócio é abusar da maquiagem pra espantar a cara de sono.

E é aí que começa o meu tormento de verdade. Toda vez que eu vou fazer algo do tipo, eu vou prevendo possíveis acidentes que possam me isentar da responsabilidade.

Eu acordo torcendo pra ficar rouca. Nada. Uma dor de barriga. Nada. Os minutos passando. Saio pra comprar café na esperança de torcer o pé. Nada. Volto pra casa, como e ligo pro táxi. E torço pra ele furar o pneu comigo dentro. Ou pegar um daqueles engarrafamentos históricos. Mas não, o trânsito flui normalmente e em cinco minutos eu tou lá. Procuro a recepcionista e ela diz que eu estou adiantada, as outras pessoas ainda não chegaram.

Ok, se o meu pneu não furou, ainda existe a possibilidade do de alguém furar. É isso, por isso que eles estão demorando. Daqui a pouco meu celular toca dizendo que não vai rolar palestra.

Aí todo mundo chega, e a gente sobe pra organizar as coisas.

O notebook podia estar descarregado. Ou cair no chão e estragar pra sempre. Quem sabe se eu derrubar café em cima dele sem querer? O projetor podia não ser compatível.

As pessoas começam a entrar na sala, e se ajeitarem para a palestra.

Será que tem alguém cardíaco? Podia rolar um princípio de enfarto. Mas só um princípio mesmo, pra dar um sustinho. Ou a diretora receber uma ligação urgente daquelas que todo diretor recebe e ela ser cancelada.

Começa a palestra. Ela seria dividida em duas partes, e eu cuidaria da segunda. Ou seja, mais 30 minutos pra alguma coisa acontecer.

Um avião podia chocar contra a empresa, numa área onde não tivesse ninguém. Ou um foco de incêndio surgir do nada. E se o Cloverfield fosse real?

A apresentação dele acaba, começam as palmas. Fudeu, é minha vez.

E se eu desmaiasse? Fingir um ataque de epilepsia será que rola? Ou um surto psicótico e sair correndo e gritando com os braços abertos?

Mas aí não tem mais jeito, chegou a minha vez. Então eu começo a falar, e o nervosismo vai se esvaindo aos poucos. No final, eu nem lembro mais de ter ficado nervosa. O resultado é a sensação de que eu fiz bem feito. Mas não tem jeito. Eu sempre vou antecipar catástrofes.

terça-feira, 29 de setembro de 2009

No matter how careful you are, there's going to be the sense you missed something, the collapsed feeling under your skins that you didn't experience it all.
There's that fallen heart feeling that you rushed right through the moments where you should've been painting attention.
Well, get used to that feeling. That's how your whole life will feel some day.
This is all practice.


- Chuck Palahniuk

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Muito Mais

Você pediu, eu vim.
Aos poucos me entreguei:
o corpo,
a mente,
o coração enfim.
E tem muito mais pra vir...

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Blog Day 2009

Blog Day 2009

Ontem foi o Blog Day, eu pra variar esqueci, eu pra variar vou postar atrasado. Aqui e lá.

1 - Daily Bunny: Um coelho por dia. Simples assim.

http://dailybunny.org/


2 - Vintage Disney Alice:
O maior colecionador de coisas da Alice que eu já vi. Inveja eterna dele.

http://vintagedisneyalice.blogspot.com/

3 - Bonecos animados: projeto da Cris, minha ex-professora de animação, em parceria com um monte de gente. Prato cheio pra quem, assim como eu, adora animação.

http://bonecosanimados.blogspot.com/

4 - De(coeur)ação: Dicas e ideias bonitas e simples, que vivem me inspirando a decorar meu cantinho.

http://www.decoeuracao.com/

5 - Aurgasm: ele não leva esse nome atoa. 90% do que é postado ali pode ser considerado orgasmo musical. Durante anos eu escondi esse blog de todo mundo, mas a verdade é que ele é bom demais pra ser acessado só por mim.

http://aurgasm.us/

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Aos poucos:

A mente.

E tem muito mais pra vir...

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

O feijãozinho no dente.

É aquele tipo de situação. Você tá numa festa, interagindo com um milhão de pessoas jovens e descolada. E estão servindo deliciosos bolinhos de feijão. E você como todo mundo que tá ali, tá arriscada a passar um vexame a qualquer momento. Mas né, é feijão, e você adora feijão.

Eis que, pra sua infelicidade, um pedacinho de feijão gruda justo no seu dente. Ele é tão pequeno que você nem percebe. Mas seus dentes são grandes e branquinhos, então ele vira um holofote. E todo mundo começa a perceber.

Só que como é muito mais fácil deixar pra lá, ninguém te conta que tem um feijão ali. E você continua a conversar, a rir, sem saber do que tá acontecendo. Você passa a perceber que todos estão de olhando de um jeito estranho, mas você é meio psicótica desde que nasceu, então né, vai ver é cisma.

Até que alguém com um pouquinho de espírito solidário te chama até o banheiro, e te conta: "olha, comentaram comigo que tem um pedaço de feijão no seu dente, e eu reparei e tem mesmo. então tou aqui te dando um toque pra você tirar."

Aí é claro que você moooooooooooooooooooorre de vergonha. Tira o feijão calmamente, mas fica pensando em tudo o que passou durante o tempo que tava com o feijão.

A próxima meia hora você vai passar no banheiro querendo desaparecer, teletransportar, dissolver e escorrer pelo ralo, qualquer coisa do tipo. Mas depois se vai se tocar que é bobeira ficar assim, e no final vai rir de tudo com a galera.

___

Porque é isso que todo mundo deveria fazer: avisar toda vez que tiver um feijão no dente alheio. Eu avisaria.

A história do O.

Há muito tempo atrás, alguém me deu um presente. Não era meu aniversário, nem nenhuma outra comemoração especial. Era só alguém com vontade de me dar um presente, aí foi lá e me deu.

Na época, eu não entendi o porquê. Confesso que fiquei até com raiva. Então eu guardei o presente no fundo de uma caixa, tentando achar algum sentido praquilo.

Passou um ano. Passaram dois anos. E hoje eu finalmente abri o presente.

Hoje eu finalmente entendi.



Thank u.

terça-feira, 28 de julho de 2009

Vulcão.

Você me dá milhas e milhas de montanhas, e eu vou te pedir o mar.


Arroz é um gênio.

quinta-feira, 23 de julho de 2009

Murphy e a hora do almoço

Quem lê o Não tem Limão há, algum tempo, deve saber que um dos meus blogs favoritos é o ISAC - Isso Só Acontece Comigo. Não só porque as histórias são boas, mas porque é bom saber que existe gente por aí mais azarada que eu.

Acontece que não tem jeito, Murphy é apaixonado por mim, é meu stalker nº 1. E quando ele resolve cismar comigo, basta 1 hora e meia pra que ele consiga arruinar um dia inteiro meu. Tipo hoje.

Tudo começou com meu pai me lembrando que eu precisaria ir ao centro às 11h45 pra resolver umas pendências de plano de saúde. Mas como pro meu pai muito nunca é demais, ele fez questão de me ligar pelo menos umas três vezes pra reforçar. Ok, lá vamos nós enfrentar o inferno.

Tudo já começou errado pelo horário que eu saí da agência: 11h11. Eu falo que esse horário é maldito, mas ninguém acredita em mim. Enfim, fui caminhando lindamente para o ponto, e é óbvio que faltando um quarteirão pra eu chegar o ônibus passou. Tudo bem, eu tinha mais uma opção. Que também demorou pra passar.

Não sei o que rola no centro na hora do almoço, mas parece que todo o calor do mundo se concentra ali, em uns 10 quateirões, incluindo o que eu precisava ir. Desci no ponto errado, andei feito louca no sol, mas enfim, 11h45 lá estava eu no lugar combinado, indo encontrar meu pai e meu irmão.

A mulher começa a chamar os nomes da lista. Nenhuma das pessoas que ela chamava estava ali, mas em momento nenhum ela chamava nossos nomes. Aí eu fui verificar e descobri que estava marcado para o dia 24, e não para o dia 23, como o meu pai havia pensado e fez questão de frizar 32 vezes na minha cabeça. (y)

Claro que ele não assumiu o erro e de quebra tentou transferir a culpa pra mim. Nisso meu sangue subiu, despedi rápido do meu irmão pra não perder a paciência e fui andando em direção à civilzação, descendo aqueles morros horrorosos, repletos de gente feia, suja e suada na Avenida Paraná.

Nessa altura do campeonato eu já estava bem atrasada, e preferi comer no centro pra não demorar mais ainda pra voltar. MC Donalds, here we go.

Mal sabia eu que essa seria a pior decisão do meu dia.

Como eu não como picles, muito menos cebolas, meus pedidos diferenciados sempre demoram. Mas existe uma sutil diferença entre demorar e DEMORAR PRA CARALHO. Que foi o que aconteceu comigo.

Só pra completar, já que tudo estava muito lindo e muito bom, enquanto eu esperava impacientemente, parou uma senhora do meu lado com seus três filhos. Imaginem a minha voz quando eu fico brava e começo a falar estridente assiiiiiiiiiim. Agora multipliquem por 374. Era a voz da tal senhora.

Até aí tudo bem, se ela tivesse chegado lá e feito o pedido e saído fora. Mas Murphy continuava lá. A infeliz NUNCA tinha pisado num MC Donalds na vida, e queria saber de todas as promoções, do que vinha em cada hambúrguer, o preço de tudo e cada uma das surpresas do MC Lanche Feliz. E a cada sílaba pronunciada, aquela voz ecoava no meu cérebro, soando como unhas grandes num quadro negro.

Sem exagero algum, a tortura durou pelo menos 15 minutos. Depois disso o meu pedido chegou? Não, o dela. Eu ainda tive que esperar mais uma eternidade, enquanto a mulher lerda do caixa olhava pra mim com sua cara de lerda e não se movia. Levem a mal não, mas pior que o meu ódio de gente lerda, é o meu ódio de gente lerda COM CARA de lerda.

500 minutos depois, meu pedido chegou, eu embalei pra viagem e saí, em direção ao ponto de ônibus. Que pelo visto devia ter acabado de passar, já que eu levei mais uma boa meia hora esperando o próximo, enquanto tostava no sol.

E assim finaliza mais um lindo dia de almoço na minha vida. E com a plena consciência de que amanhã esse ritual vai se repetir.

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Chaveirinhos.

Eu queria escrever lindos post de dia do amigo aqui, demonstrando como cada um de vocês é importante na minha vida, isoladamente e em conjunto. Mas aí me bateu um sono absurdo, e eu não vou perder tempo falando o que todo mundo tá cansado de ouvir.

Só sei que eu Amo cada um de vocês. Do meu jeito estranho de amar as pessoas, mas sim, eu amo. Incondicionalmente.

Feliz dia dos brothers.